21 de Dezembro de 2018

Outro ciclo de realização profissional que se encerra



O procurador Paulo Rogério Silva dos Santos tem uma visão bastante objetiva da vida. Formado em Ciências Contábeis, Administração e Direito pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-RS), onde também realizou seu Mestrado em Direito, ele programou sua trajetória profissional em diferentes ciclos. O mais recente deles foi encerrado este ano, com sua aposentadoria da Procuradoria Geral do Estado (PGE) após 15 anos de serviços prestados, somente na instituição.

Natural de Tapes, Paulo Rogério construiu sua carreira profissional na Capital. Antes de ingressar na Procuradoria, já tinha uma grande admiração pelo trabalho que era realizado, o que despertou seu interesse. “Encontrei muitas coisas boas na PGE. Colegas preocupados com a instituição, com a qualidade do trabalho, uma casa organizada, apesar da enorme quantidade de trabalho. Era como eu imaginava”, afirma.

Do período em que esteve na instituição, 12 anos foram dedicados à atuação como agente setorial. “Essa função de controle, da legalidade, de acompanhamento do ato administrativo mais de perto é uma coisa que me gratificou muito. Temos condições de evitar que se pratique um ato que esteja em desacordo com o interesse público. A PGE deve ocupar esse espaço de uma forma mais efetiva. Com os agentes setoriais acompanhando toda a administração, poderemos ter resultados ainda melhores”, avalia Paulo Rogério.

Ele antecipa que seguirá filiado a Apergs e colaborando, como puder, com o seu engrandecimento, pois considera “a entidade importante para a defesa da carreira”. Paulo Rogério também agradece aos procuradores-gerais Helena Coelho, Eliana Soledade Graeff Martins e Euzébio Fernando Ruschel por terem oportunizado o desenvolvimento de seu trabalho da melhor forma.

Olhando para frente, o agora procurador aposentado tem o sentimento de missão cumprida. “Tive a oportunidade, fui feliz, me dediquei, dei minha contribuição, mas o ciclo terminou. Agradeço aos colegas e aos amigos que fiz”, finaliza Paulo Rogério.

Carreira

Formado em Ciências Contábeis, Administração e Direito, todas as graduações pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-RS), Santos trabalhou durante uma década na iniciativa privada antes de ingressar em uma carreira pública. A primeira foi a de agente fiscal do Tesouro do Estado, após ser aprovado em um concurso.

Aos 40 anos de idade, acreditando ter esgotado suas pretensões dentro das ciências exatas e na área fazendária, prestou um concurso para a PGE-RS. Ingressou na instituição em setembro de 2003. Como tinha muita experiência no serviço público, na gestão pública propriamente dita, passou a atuar como agente setorial na própria Secretaria Estadual da Fazenda. Ali permaneceu durante boa parte da carreira.


Fonte: Assessoria de Imprensa/APERGS

 
 


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